domingo, 15 de março de 2009

USOS E COSTUMES À LUZ DA BÍBLIA


julgai todas as coisas, retende o que é bom;” (1Ts 5.21)

Por: Anderson Teixeira

INTRODUÇÃO


O presente estudo tem por objetivo analisar brevemente algumas regras de comportamento estabelecidas por igrejas evangélicas brasileiras. Tais “usos e costumes” são muitas vezes postos de modo abrupto, sem explicação bíblica, mesmo sabendo-se que o embasamento bíblico é indispensável à conduta do cristão. Isto está explicito no 2º artigo do credo das Assembléias de Deus no Brasil: “Cremos... na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão (2Tm 3.14-17)... (http://www.cgadb.com.br)/”.

Esta declaração afirma categoricamente que o membro da AD não deveria ter regras que não fossem das Escrituras. Entretanto, a conduta do fiel muitas vezes é regulada pelos “usos e costumes” estabelecidos pela tradição denominacional, e não pela Bíblia. Visto que esta análise objetiva ser clara, precisa e concisa, abordar-se-á apenas a controvérsia em torno do uso de jóias e da submissão aos pastores das igrejas.

Peço-vos que não tenham medo de abrir as Escrituras. Não rejeitem nem aceitem o que será apresentado sem conferir na Bíblia as referências citadas. Com a Bíblia fechada, abraçar uma idéia é cegueira, rejeita-la é orgulho. A ordem bíblica é observar tudo e reter o que é bom. (1Ts 5 .21)


I USO DE JÓIAS NAS ESCRITURAS

Vamos analisar do NT para o AT o que a há sobre jóias nos textos preferidos daqueles que são contrários ao seu uso.


1. As Jóias e o NT

Um texto muito usado para proibir as jóias é 1Pe 3.3. Olhando com mais atenção, vemos que a ênfase do apóstolo é na prioridade do dos valores espirituais, da submissão da mulher (v. 1,2). Ele não está proibindo as jóias, mas dizendo que o que deve ser notado é a beleza interior (v. 4). É como se hoje disséssemos a uma noiva bem vestida: “Que a sua pureza e beleza esteja no seu coração e não na brancura e adornos de seu vestido”. Isso não significa que ela não deva vestir-se de noiva! O curioso é que o texto também fala de “frisado de cabelo” e “vestimentas belas”. Porque será que aqueles que proíbem as jóias não proíbem de pentear os cabelos e de usarem roupas bonitas?

Outro texto é 1Tm 2.9. A interpretação é semelhante ao texto já comentado. Paulo não diz que é pecado o uso de jóias, vestes bonitas e cabelo arrumado! Ele diz que deve haver modéstia e boas obras (v.10). Isso é que deveria ser notado pelos irmãos. Onde é que Paulo ou Pedro dizem que usar jóias é pecado? Em nenhum lugar da Bíblia. Tenhamos cuidado, pois Satanás também já tentou distorcer as Escrituras para sujeitar o próprio Senhor Jesus (Mt 4.1-11).


2. As jóias e o AT

Já que no NT as duas passagens usadas pelos legalistas de fato não condenam o uso de jóias, vejamos o AT. Um texto muito usado é Is 3.18,18. Contudo, os que não têm preguiça de ler o capítulo todo e os que sabem o básico dos básicos de interpretação de texto logo notarão o erro desse pensamento. O capítulo todo fala sobre o julgamento de Deus sobre Judá e Jerusalém. O pecado não é aqui o uso de jóias, mas o desprezo ao Senhor (v. 8,9), a opressão ao pobre (v. 14,15) e o orgulho das mulheres que viviam luxuosamente (v. 16). Se o leitor acha que as jóias são pecado só porque Deus as está tirando, então deveria achar outras coisas também pecado, pois o texto diz, dentre muitas coisas, que Deus tiraria pão e água (v.1), profeta (v.2), véu (v.19), perfume (v. 20,24), vestidos de festa e bolsas (v.22), espelhos e camisas finíssimas (v.23). Note que não são as jóias, os espelhos, o perfume, o pão, a água que são considerados pecado. Será que o evangélico que não usa jóias por causa de sua interpretação errada desse texto também não usa perfume e nem tem espelho em casa?

Em Êx 3.21,22 vemos que foi o próprio Deus que determinou o uso das jóias dos egípcios. E o que fazer com Ez 16? Deus vai relatar como cuidou de Jerusalém e a ergueu e ela acabou sendo infiel. No texto, Deus é comparado a um homem que vê uma criança desprezada (v. 4,5), mas que recebe dele socorro (v. 6,7), contrai matrimônio (v. 8), lhe dá roupas belas, jóias diversas, dentre outro presentes (v.10-13). Será que Deus chama isso de pecado? Não! Ao contrário, o texto compara a glória de Deus colocada sobre Jerusalém com as jóias e presentes postos na jovem (v.14). O pecado aqui é o orgulho, a soberba, a prostituição (v. 15), as jóias não. Elas são comparadas com a glória de Deus! Será que Deus compararia a sua glória com aquilo que fosse pecado? Óbvio que não. Em Is 61. 10 o profeta compara a salvação e justiça com turbante e jóias. É pecado ou não é? Alguns se pudessem, rasgariam a Bíblia... Leia Ap 21.2, onde a nova Jerusalém desce do céu “ataviada como noiva adornada para o seu esposo”, e tente descobrir como as noivas israelitas se adornavam nas escrituras. Peça para seu pastor refutar os textos bíblicos citados, caso ele discorde. É obrigação dele calar os contradizentes! Essa é uma das qualificações dos presbíteros e pastores (Tt 1.9). NÃO ACEITE QUE ELE CORRA , A NÃO SER QUE SUA ORDENÇÃO TENHA SE BASEADO EM POLITICAGEM E NÃO NAS ESCRITURAS!

Já tive a oportunidade de presenciar um “evangelista” de uma grande igreja pentecostal em Recife dizer, de púlpito, que as irmãs não poderiam ter franjas no cabelo porque a Bíblia diz para sermos “símplices como as pombas...” ( Mt 10. 16), e “ninguém nunca viu uma pomba de franjinha...”. Outros usam o mesmo texto para proibir a maquiagem feminina, mas o texto está falando para apóstolos estarem preparados para as perseguições por causa do evangelho (* Mt . 10 17-19).Note que tais igrejas não têm compromisso com a Palavra de Deus, pois a distorcem a seu bel prazer, com o objetivo de escravizar os seus membros, que em sua maioria não são preparados para examinar tudo e reter o que é bom (1Ts 5.21) e acabam aceitando qualquer heresia. Aliás, Jesus estava falando de qual pomba, a branca ou a pintadinha? Tem mais de qual cor? O texto não fala de usos e costumes. Mas você pode indagar, “e se o pastor determinar as regras, qual deve ser a nossa postura?” Isso é o que veremos no próximo tópico (Não tenha medo! Leia! Você não é testemunha de Jeová que só lê o que a sociedade torre de vigia edita...).


II A SUBMISSÃO AOS PASTORES LEGALISTAS

Alguns têm alegado que o crente deve se sujeitar aos usos e costumes extra-bíblicos ditados pela denominação à qual fazem parte, sob o pretexto de que devemos ser submissos aos nossos pastores, de acordo com Hb 13.17. Entretanto, as Escrituras não apóiam tal alegação. Vejamos o que diz a Confissão de Fé de Westminster, uma declaração doutrinaria dos protestantes do século XVII(Peço-vos que confiram as referências nas Escrituras).

“Só Deus é senhor da consciência (Tg 4.12; Rm 14. 4,10), e a deixou livre das doutrinas e dos mandamentos humanos que, em qualquer coisa, sejam contrários a sua palavra, ou que em matéria de fé ou de culto, estejam fora dela(At 4.19; 5.29; Mt 23.8-10). Assim, crer nessas doutrinas ou obedecer a esses mandamentos, por motivo de consciência; e requerer para eles fé implícita e obediência cega e absoluta, é destruir a liberdade de consciência e a própria razão (Cl 2.20-23; Gl 1.10; 2.4,5; 4.9,10; 5.1; Rm 14.23; At17. 11; 1Pe 3.15)” (CFW XX; II).

A alegação de que devemos aceitar as regras impostas só porque devemos submissão aos nossos pastores é antibíblica, caso tais regras não venham das Escrituras. Judas era apóstolo, mas nenhum fiel tinha a obrigação de seguir sua conduta errada. Pedro foi repreendido por Paulo por causa de sua conduta preconceituosa contra os gentios (Gl 2.9-14). O próprio Senhor Jesus, em Mc 7.1-23, condena a obediência a regras que não estão nas Escrituras, mesmo que venham de nossos líderes! Isso pode ser claramente percebido numa análise simples do texto. Vejamos:

1. Israel passou a observar vários costumes que não estavam nas Escrituras, mas que foram acrescentados pelos líderes do povo de Deus ao longo dos séculos (Mc7. 3);

2. Eles “estenderam as ordenanças bíblicas da purificação sacerdotal, no momento do sacrifício do templo (Êx 30.19;40.12), ao comer do pão por todos os judeus” (Bíblia de Estudo de Genebra, p. 1157) e achavam que quem não seguissem os “usos e costumes” dos líderes estavam errados (Mc7.1,2,5), pois entendiam que a tradição deveria ser seguida zelosamente. Paulo, antes de sua conversão, também cometia tal erro (Gl1.14);

3. Para Jesus, esse comportamento zeloso com o que não é bíblico, só passa agradar a liderança religiosa, fazia do povo: hipócrita (v.6); louvavam a Deus só com os lábios, não com o coração (v.7), eram negligentes quanto aos mandamentos de Deus; e invalidavam a Palavra de Deus por causa dos costumes inventados pelos líderes (v.13).

Mas erroneamente alguns dizem “o pastor presidente tem autoridade e nós devemos ser submissos ao que a denominação estabelecer. Ninguém deve questionar o ungido de Deus”! Percebam que Paulo, sendo apóstolo, não se incomodou com o fato dos crentes bereanos terem ido verificar se seu ensinamento era bíblico (At 17.10,11), além de dizer que se ele mesmo ensinasse algo que fosse além do evangelho que era pregado, que aquilo fosse condenado maldito (Gl 1.8,9)! Será que o pastor de sua igreja tem mais autoridade do que o apóstolo Paulo? A Bíblia não diz que seu pastor não pode ser questionado.

Talvez você, caro leitor, não queira falar ou aceitar a verdade, por desejar ser favorecido com alguma posição na igreja. Só que a Bíblia diz que quem procura agradar a homens para ser por eles favorecido, não é servo de Cristo ( Gl 1.10)! Não importa se alguém alegar ter recebido este mandamento por revelação, pois ainda assim seria maldito (Gl 1.8)! Jesus recorria às Escrituras para destruir os argumentos antibíblicos sobre “usos e costumes” (Mc 7.6-8,13).

Paulo fala que quem é rigoroso nos “usos e costumes”, cultua a si mesmo e sua humildade é falsa (Cl 2. 20-23). Note que aqueles irmãos que são extremamente rigorosos nos costumes se acham mais santos do que os outros cristãos. Cultuam a si mesmos (Cl 2.23), chegando ao ponto de dizerem: “Irmã fulana não tem semblante de crente”! Semelhantemente aos fariseus, Atam fardos pesados nas costas do outros, mas não os ajudam (Mt 23.4), trabalham e se vestem com o fim de serem notados (Mt 23.5), gostam de ter oportunidade nas igrejas (Mt 23.6), se preocupam só com exterior(Mt 23.25-28), perseguem aqueles que se levantam para apontar seus erros (Mt 23.34). Só que vão para o inferno (Mt 23.33)!

Jesus disse aos religiosos de Israel: “mas, porque eu digo a verdade, não me credes... quem é de Deus ouve as palavras de Deus; por isso, não me dais ouvidos, porque não sois de Deus” (Jo 8.45,47). Certamente, os que são de Deus trocarão os “usos e costumes” estabelecidos pelos homens e ficarão com as Escrituras Sagradas.


CONCLUSÃO

Concluímos este estudo com a seguinte pergunta: Se uma denominação afirma em seu credo que a Bíblia é a única regra de fé para a vida e o caráter Cristão, será que é correto ela estabelecer normas que não estão na dita “única regra de fé”? Aquele que mente, tem quem por pai? O problema é que ensinam que seguir tais “usos e costumes” é o padrão de santidade, mesmo que não estejam na Bíblia. santifique os crentes pelo que está na palavra: “santifica-os na verdade. A tua palavra é a verdade” (Jo 17.17). O padrão de santidade é o que pode ser biblicamente exposto.

Aquele líder que distorce o texto bíblico ou acrescenta regras paralelas assemelha-se aos principais oponentes do ministério de Jesus. Na tentação (MT 4) o diabo distorceu as Escrituras para sujeitar o próprio Cristo, enquanto que os líderes religiosos acrescentavam regras ao povo que não se encontravam nas Escrituras, com o fim de sujeitá-los (Mt 23; Mc 7).

Fonte: BEREIANOS

quarta-feira, 4 de março de 2009

TESES PARA A IGREJA CONTEMPORÃNEA

Se Lutero fosse vivo precisaria escrever certas coisas para a Igreja moderna, coisas como estas:

1 – Ninguém deve ser julgado por sua roupa, maquiagem ou estilo. As opiniões pessoais de pastores e líderes quanto ao vestuário e estilo pessoal não devem ser tomadas como Palavras de Deus e são passíveis de questionamentos. Mas que essa liberdade pessoal seja exercida como servos de Cristo, com sabedoria e equilíbrio. (Rm 14.22)

2 – Que nenhum pastor, bispo ou apóstolo se utilize do versículo bíblico “não toqueis no meu ungido” para tornarem-se inquestionáveis e isentos de responsabilidade por aquilo que falam e fazem no comando de suas igrejas. (Ez 34.2; 1 Cr 16.22)

3 – Que ninguém seja ameaçado por seus líderes de “perder a salvação” por questionarem seus métodos, palavras e interpretações. Que essas pessoas descansem na graça de Deus, cientes de que, uma vez salvas pela graça estão guardadas sob a égide do sangue do cordeiro, de cujas mãos, conforme Ele mesmo nos afirma, nenhuma ovelha escapará. (Jo 10.28-29)

4 – “O profeta que tiver um sonho, conte-o como sonho. Mas aquele a quem for dado a Palavra de Deus, que pregue a Palavra de Deus.” Que sejamos sábios para não misturar as coisas. (Jr 23.28)

5 – Que estejamos cada vez mais certos de que Deus não habita em templos feitos por mãos de homens. Que a febre de erguermos “palácios” para Deus dê lugar à simplicidade e humildade do bebê que nasce na manjedoura, e nem por isso, deixa de ser Rei do Universo. (At 7.48-50)

6 – Que ninguém seja obrigado a levantar as mãos, fechar os olhos, dizer alguma coisa para o irmão do lado, pular, dançar... mas que haja liberdade no louvor tanto para fazer essas coisas como para não fazer. E que ninguém seja julgado por isso. (2 Co 3.17)

7 – Que o profeta que “profetizar” algo e isso não se cumprir, seja reconhecido como falso profeta, segundo as Escrituras. (Ez 13.9; Dt 18.22)

8 – Lamentamos o estímulo e o uso de “amuletos” cristãos como “água do rio Jordão”, “areia de Israel” e outros que transformam a fé cristã numa fé animista e necessitada de “catalisadores” do poder de Deus. (Hb 11.1)

9 – Consideramos uma afronta ao Evangelho as novas unções como “unção dos 4 seres viventes”, “unção do riso”, etc... pois além de não possuírem NENHUM respaldo bíblico ainda expõem as pessoas a situações degradantes e constrangedoras. (2 Tm 4.1-4)

10 – Reafirmamos que o véu que fazia separação entre o povo e o lugar santo, foi rasgado de alto a baixo quando da morte de Cristo. TODO cristão tem livre acesso a Deus pelo sangue de Cristo, não necessitando da mediação de quem quer que seja. (Hb 4.16; 2 Tm 2.15)

11 – Que nenhum grupo religioso julgue-se superior a outro pelo NÚMERO de pessoas que aderem ao seu “mover”. Nem sempre crescimento numérico representa crescimento sadio. (Gl 6.3)

12 – Que a idolatria evangélica para com pastores, apóstolos, bispos, cantores, seja banida de nosso meio como um câncer é extirpado para haver cura do corpo. Que a existência de fã-clubes e a “tietagem” evangélica sejam vistos como uma afronta e como tentativa de se dividir a glória de Deus com outras pessoas. (Is 42.8; At 10.25-26)

13 – Que haja consciência sobre aquilo que se canta. Que sejamos fiéis à Palavra quando diz “cantarei com o meu espírito, mas também cantarei com meu entendimento”. (1 Co 14.15)


Fonte: [ http://debereia.blogspot.com ]

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

ATENÇÃO.

Amados irmão, estamos informando a todos o resultado da nossa votação para a mudança do horário de cultos em nossa igreja. A opção que teve maior número de votos foi a que escolheu o horário das 18:00hs (com 78% dos votos válidos). Portanto, a partir de 01/03/2009 nossos cultos de Domingo começarão as 18:00 (seis horas da noite). Esperamos contar com a compreensão e participação de todos. Qualquer informação procure os Pastores da Igreja.

Atenciosamente:
Pr. Roberval Pedroza,
Pr. Joelson Gomes

APRISIONAMENTO "CRISTÃO"


Infelizmente existem muitas "igrejas" que são extremamente separatistas do mundo (literalmente o mundo físico em que vivemos), cheias de usos e costumes e características dignas de seitas pseudo-cristãs. Mas algumas delas chegam a atingir um nível absurdo de insanidade bíblica (se é que existe o termo).

Os líderes destas "congregações" sempre utilizam de versículos Bíblicos totalmente distorcidos para tentar justificar algumas práticas "exóticas" e anti-bíblicas ensinadas e defendidas por eles. A grande maioria destas práticas anti-bíblicas são, com certeza, pregadas com o intuito de dominar e controlar os fieis que aderem as mesmas, levando-os a uma verdadeira prisão espiritual. Consequência do conhecimento superficial e fragmentado da Bíblia.

Ao contrário da liberdade em Cristo que temos (não é liberdade desenfreada), muitas pessoas vivem literalmente presas a essas doutrinas anti bíblicas vindas destes ensinamentos falsos, baseados em versículos fragmentados, totalmente fora de seus contextos verdadeiros.

O que vou listar agora chega a ser assustador, principalmente para as mulheres. O conteúdo do texto faz parte da doutrina oficial de uma denominação com sede em São João de Meriti - RJ, chamada "Assembleia de Deus dos últimos dias", liderada pelo Pastor Marcos Pereira. Esta Igreja tornou-se conhecida pelo fato do ex-cantor de pagode Vaguinho (Grupo Os Morenos) ter se convertido na mesma. Vou colocar meu comentário em vermelho logo abaixo de cada parte. Vejam algumas partes da "confissão de fé" da Igreja:

NÃO TER IMAGENS: Qualquer tipo de seres criados por Deus, como: pessoas, vegetais, animais e flores, seres estrelares e aquáticos. Êxodo cap. 20 vers.4. “ A Bíblia relata que quando Deus criou os céus e a terra, não os criou para ficarem vazios, mas sim para que fossem habitados(Isaías cap.45 vers8), ou seja, tudo que Deus fez é um templo de vida. A cópia de um ser criado por Deus, torna-se morada de espíritos imundos, ministradores do mal, trazendo grandes malefícios, tais como: dissensões no lar, enfermidades, improsperidade e etc. Isto se deve ao fato de que podemos copiar, mas não temos poder de dar a vida.

Refutação: Então não podemos ter obras de arte em casa, nem esculturas, desenhos, quadros, etc, pois segundo eles são "morada de espíritos imundos" e trarão para nós malefícios como "improsperidade", enfermidades, brigas no lar??? Este misticismo todo não é nada bíblico! As passagens citadas não nos proibem de termos esculturas, obras de arte, imagens de animais, etc. Na verdade, somente uma das passagens proibe especificamente a "adoração(idolatria)" a estas imagens. Em Êxodo 20:4 diz: "Não fará para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo da terra, nem nas águas debaixo da terra".

Será que Deus entrou em contradição com este mandamento quando ordenou á Moises para fazer os querubins da arca da aliança (Ex 25:18)? E o bezerro de ouro? Claro que não! A proibição de se fazer imagens de escultura foi especificamente determinada no contexto da "adoração a ídolos". Além disso, a proibição não é de se fazer qualquer imagem de escultura para fins decorativos (que é o caso dos querubins da arca), mas de fazer imagens para qualquer tipo de "adoração religiosa". Em outras palavras, a ordem era para não adorar nenhum outro Deus nem imagem de qualquer deus. Que se pode depreender que o texto tinha em mente a idolatria é evidente, pelo fato de haver a instrução: "não te curvarás a elas, nem as servirás" (Êx 20:5). Basta verificar o contexto.

NÃO TER OU NÃO ASSISTIR TELEVISÃO: Sabemos que hoje a televisão é um dos maiores meios de comunicação que temos, porém destrói vidas, tanto crentes quanto não crentes. Pois vemos que através dela somos cercados de mentiras e heresias, por exemplo: ela ensina o casal a trair, os jovens se viciarem, as crianças a serem desobedientes a seus pais, ao adolescente achar que já é dono de seu nariz, ao homem seguir após outros deuses e não ao verdadeiro Deus, ao homem e a mulher trocarem de sexo, o desejo e ação de matar e a homens corretos serem corruptos. Por isso não assistimos. Claro que usamos a televisão par alcançar vidas, mas não nos contaminamos com a tal.

Refutação: O engraçado é que não se pode ter nem assistir televisão em casa, mas pode-se ter a mesma para "alcançar vidas". Pode e não pode ao mesmo tempo? Em outras palavras, pode "somente" assistir aos programas específicos da igreja?

A televisão é igual a Internet, tenho certeza que os membros desta igreja utilizam, inclusive para acessar ao site onde foi coletado todo este conteúdo. Você deve "filtrar" o que acessa, pois na internet tem coisas boas e coisas ruins, até malignas. Sem falar que na internet o conteúdo maligno é bem mais extenso do que na televisão.

Quem decide o que vai visualizar é você. Na televisão também é assim. Existem as "porcarias" que muitas vezes não são somente "malignas" em sua essência, mas também "podres" em seus conteúdos vindos de seus criadores. Mas você decide qual canal e qual programação irá assistir.

NÃO TER HÁBITO DE LER JORNAIS OU REVISTAS Devido o trabalho que efetuamos, através dos egressos do Sistema Penitenciário, a mídia Escrita está sempre nos procurando para saber mais do que desenvolvemos junto aos encarcerados. Sendo assim usamos os jornais e as revistas, quando há algo a respeito das causas de Cristo.

Refutação: Imagina uma pessoa viver neste mundo sem se informar, sem saber o que acontece em sua volta, sem poder fazer uma leitura de algo importante para sua vida e seu cotidiano social, profissional ou religioso. E olha que a Bíblia nunca afirma tal proibição. francamente!

NÃO COMER GORDURA OU SANGUE. Carnes mal passadas e gordas, galinha ao molho pardo. ( Levítico cap.7 vers.22-27 e Atos Cap. 15 e vers 20 e 29)

NÃO COMER CARNE DE PORCO. Não somente a carne como também todos os seus derivados, como, salsicha, lingüiça, presunto, bacon.Lv cap.11: vers.1-7 / Dt cap.14: vers. 7-20 / Is cap.66:vers. 17 / cap.65: vers.4

OUTROS ANIMAIS. Não comemos tudo aquilo que Deus proibiu. Os mais comuns são: peixe sem escamas ou barbatanas, todos os frutos do mar que não possuam escamas ou barbatanas, avestruz, coelho... Lv. Cap.11

Refutação: Eles vivem literalmente sob a lei mosaica (Lv.11:7 e Dt.14:8.)! O pior é os textos bíblicos citados para "defender" tais práticas, os mesmos são totalmente fora de contexto! Isso é o que acontece quando pessoas são "doutrinadas" superficialmente nas escrituras. Acabam absorvendo qualquer tipo de distorções absurdas.

Só para se ter uma rápida noção de tamanha discrepância, será que Pedro, quando teve aquela visão sobre alimentos considerados "imundos" pela lei, estava com influências malignas? "E (Pedro) tendo fome, quis comer; mas enquanto lhe preparavam a comida, sobreveio-lhe um êxtase, e via o céu aberto e um objeto descendo, como se fosse um grande lençol, sendo baixado pelas quatro pontas sobre a terra, no qual havia de todos os quadrúpedes e répteis da terra e aves do céu. E uma voz lhe disse: Levanta-te, Pedro, mata e come. Mas Pedro respondeu: De modo nenhum, Senhor, porque nunca comi coisa alguma comum e imunda (porco aqui se incluía na Lei). Pela segunda vez lhe falou a voz: Não chames tu comum ao que Deus purificou”. (At.10:10:15 – parêntese e negrito do autor). É claro que não. Segue um trecho muito esclarecedor de um comentário bíblico sobre esta passagem:

A questão digna de nota é que naquele lençol estavam criaturas de ambos os tipos, limpas e imundas, segundo a lei (Levítico 11). Então veio o mandamento: Levanta-te, Pedro, mata (sacrificialmente, no grego é thyeiri) e come, não faças distinção entre as duas categorias. Pedro ficou horrorizado, e algo do velho Pedro reapareceu na veemência de sua resposta: De modo nenhum, Senhor! (cp. Mateus 16:22; 26:33; João 13:8), e acrescenta um protesto semelhante ao de Ezequiel: Nunca comi coisa alguma comum e imunda (v. 15; cp. Ezequiel 4:14; também Levítico 10:10; 20:15; Daniel 1:8-12; 2 Macabeus 6:18ss.). Estas palavras nos levam às de Jesus em Marcos 7:15 e à inferência tirada pelo evangelista (tradicionalmente ligado a Pedro): "Ao dizer isto, Jesus considerou puros todos os alimentos" (Marcos 7:19) — inferência cuja origem pode ligar-se a esta experiência do terraço, visto que a voz dissera: Não faças comum ao que Deus purificou (v. 15; cp. 6:12ss.; quanto à tradição de Pedro, veja a disc. sobre 3:7s; 10:34-43; 12:1-5). A visão repetiu-se duas vezes — Pedro a viu três vezes, ao todo — e a seguir despertou (cp. Jonas 3:1).

Mas, que queria dizer essa visão? É evidente que se relacionava ao cancelamento das leis dietéticas judaicas. Se os judeus cristãos continuassem a viver segundo essas leis, isso em si mesmo pouca importância teria, desde que Cristo é tudo em todos. Todavia, há grande importância se o fato de a obediência estrita às leis dietéticas judaicas começarem a prejudicar as relações judaico-cristãs. Estando na casa de um gentio, um judeu jamais poderia ter certeza de que o alimento havia sido preparado segundo os ditames da lei (cp. Gálatas 9:4; Levítico 17:10, 11, 14). Comer aquele alimento, portanto, era o mesmo que correr o risco de contaminar-se — risco que muitos judeus (e judeus cristãos) não estavam dispostos a correr. Foi nesse contexto que a visão de Pedro teve sua aplicação imediata. É claro que a antipatia dos judeus contra os gentios baseava-se em muito mais que simples preocupação a respeito de ali¬mentos. Os próprios gentios eram considerados imundos (cp. Gálatas 2:15; veja a nota sobre o v. 28). Entretanto, se Pedro pudesse libertar-se de seus escrúpulos a respeito das leis dietéticas, ao ponto de o apóstolo poder entrar na casa de um gentio, ele não estaria longe de poder aceitar os próprios gentios como sendo "limpos".

Fonte: [ Novo comentário Bíblico - Atos - David J. Williams ]

Sobre Atos 15 que geralmente é muito mal interpretado e é utilizado como suposta "prova" de que é proibido comer carne sufocada com sangue, no mesmo comentário Bíblico temos uma explicação bem clara do significado desta passagem:

A recepção de gentios no seio da igreja sem a necessidade da circuncisão (esta daria a implicação de submissão à lei toda) pode ter sido assegurada após a conversão de Cornélio e seus amigos. Por essa época, até mesmo em Jerusalém, coluna da tradição judaica, os cristãos que se haviam reunido a fim de estudar essa questão concordaram que "até aos gentios Deus concedeu o arrependimento para a vida" (11:18), embora eles talvez pensassem que isso seria só um caso excepcional. Desde então as coisas mudaram dramaticamente; o fluxo rápido de gentios para dentro da igreja, tanto em Antioquia como nas cidades do sul da Galácia, levantou de novo a questão da sua admissão, ou com mais precisão, as condições mediante as quais deviam ser admitidos. Aceitar os 'devotos' ocasionais na igreja, pessoas que sentiam simpatia pelas doutrinas judaicas, era uma coisa; mas era outra coisa bem diferente dar as boas-vindas a grande número de gentios que não tinham a menor consideração pela lei, e nenhuma intenção de guardá-la.

O ponto de vista dos judeus cristãos merece nossa compreensão. No que concernia à maioria, a lei continuava a ser elemento determinativo na vida deles. Não tinham um ensino claro do Senhor que fosse contrário a essa doutrina (cp., p.e., Mateus 5:18: Lucas 2:21; Gálatas 4:4). Sabemos agora que a igreja (no todo) chegou à conclusão de que Jesus abriu para nós um "novo e vivo caminho... pelo véu", isto é, pelo sacrifício de si próprio pelos nossos pecados, para que pudéssemos aproximar-nos de Deus ("cheguemo-nos... em plena certeza de fé", Hebreus 10:20ss.). Isto, todavia, não foi entendido de súbito, nem por todos, havendo muitos nessa época que continuaram a viver pela lei, e nenhuma razão viam para mudar de opinião (cp. 21:20). Portanto, teria sido com grande alarme, talvez até mesmo grande ira, estimulados pelas crescentes ondas de nacionalismo judaico, que alguns dos cristãos judeus (de Jerusalém, em sua maior parte) ouviram relatórios sobre o que estava acontecendo no norte. A questão em ebulição para eles era a seguinte: De que maneira os judeus cristãos que ainda se julgavam sob a lei podiam ter algum tipo de relacionamento com os que se julgavam livres da lei? A única resposta que tinham era que os gentios deviam aceitar o "jugo" da lei (v. 10), a saber, precisavam tornar-se judeus antes de receber o "status" de cristão integral. A questão chegou a seu ponto mais alto quando um grupo de judeus cristãos foi a Antioquia para advogar tal prática. A controvérsia que se seguiu conduziu à marcação de um concilio em Jerusalém que determinasse o fim dessa polêmica, no que diz respeito a Atos, embora ela permanecesse acesa, um assunto vexatório por muitos anos ainda. O concilio precisou pesar os dois princípios, o da liberdade e o da obediência. O resultado foi o triunfo do amor.

Como se apresentam, os decretos deste concílio tocam nos aspectos éticos e cerimoniais da lei. Aos crentes gentílicos se pedia, primeiro, que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos; segundo, que se guardassem contra a prostituição — pode ter havido alguma conexão intencional entre estes dois decretos, visto que a idolatria com freqüência envolvia a imoralidade; entretanto, "imoralidade" às vezes é tomada no sentido de casamento entre graus de parentesco proibidos (cp. Levítico 18:6-18) — terceiro, que não comessem da carne sufocada (que por isso mesmo retém o sangue, cp. Levítico 17:10, 13); e quarto, que não comessem do sangue (v. 20; cp. Levítico 3:17; 7:26; 17:10; 19:26; Deuteronômio 12:16, 23; 15:23). Faz muito tempo que se tem observado que estes decretos poderiam ser um resumo da lei de Levítico 17-28 a que estavam obrigados não apenas os judeus, mas lambem os estrangeiros que viviam entre eles. Todavia, seria a introdução desses preceitos agora uma negação da liberdade recentemente obtida pelos gentios? Alguns acham que sim; todavia, ao propô-los Tiago tinha em mente um objetivo bem diferente daquele que o partido da circuncisão buscava alcançar. Estes haviam afirmado que a obediência à lei era necessária para a salvação (v. 1), enquanto os decretos, para Tiago, objetivavam apenas capacitar os gentios salvos a viver em harmonia uns com os outros. Sabia-se muito bem que sempre haveria judeus cristãos que permaneceriam fiéis à lei (cp. 21:20s.), e seria impossível para estes conviver com os gentios cristãos sem que estes observassem estes requisitos básicos. A observação final de Tiago parece significar que, desde que os judeus cristãos estavam preparados para pôr de lado seu preconceito de longa data contra os gentios, os gentios cristãos deveriam estar dispostos a fazer algumas concessões frente aos escrúpulos judaicos. Acontece que a lei vinha sendo lida desde os tempos antigos... nas sinagogas (v. 21).

Noutras palavras, ela havia feito parte da vida judaica durante tanto tempo que os judeus não podiam pô-la de lado facilmente. Existe um precedente quanto a essa decisão do concilio naquilo que era denominado "leis de Noé", as quais (na opinião dos rabis) haviam sido dadas a Noé, e a elas deviam sujeitar-se todos os gentios (cp. Gênesis 9:4; veja G.F.Moore, Judaism, vol. 1, pp. 274s., 339).

Fonte: [ Novo comentário Bíblico - Atos - David J. Williams ]

NÃO BEBER COCA-COLA: Motivos: não conhecermos sua procedência nem seus ingredientes. E estão cientificamente comprovados os seus muitos malefícios a saúde e revelado por Deus. I Co 3:16-18. Desde de 1990 que não ingerimos tal bebida, e há pouco tempo ouvimos rumores sobre um informe da Polícia Federal que ela contém uma droga prejudicial ao homem.

Refutação: O que 1 Co 3:16-18 tem a ver com a Coca-Cola??? Se alguém me convencer (exegeticamente falando), eu paro de tomar Coca-Cola!

Mais um texto totalmente fora de contexto para "averbar" a abstinência de algo. Estes versículos citados servem como uma "advertência e repreensão" àqueles que estavam causando problemas em Corinto em relação ao "fundamento" ensinados pelos apóstolos que é o Evangelho de Cristo. A primeira idéia nessa conclusão não é que cada indivíduo cristão é um "templo" de Deus em quem o Espírito habita (neste contexto específico, pois em outros contextos claramente nós somos "templo do Espírito"). É a Igreja que é o templo (não o físico, mas o espiritual em unidade). Basta ler o contexto (1Co 3:1-23).

NÃO USAR CORES PRETA E VERMELHA. Seja em objetos, roupas, calçados e etc. Essas são cores usadas para identificação satânicas. Relata o cavalo vermelho que veio tirar a paz da Terra e matar os homens e o preto como juiz (somos conhecedores que não temos esta autoridade: de sermos juizes). Em Ap 6:4,5

Refutação: Atenção flamenguistas! Estão todos condenados (rs). Ainda bem que eu sou Palmeirense.

Francamente, ligar Ap. 6:4-5 com este "besteirol" de não usar cores específicas, é o cúmulo da ignorância (inclusive Bíblica), ou seja, se o calavo é vermelho e o outro é preto, logo não podemos ser "flamenguistas", não podemos usar tais cores? Interpretação "ao pé da letra" e fantasiosa de Apocalipse dá nisso.

NÃO CRIAR ANIMAIS. Seja cachorro, gato, periquito, papagaio, peixes..., qualquer espécie ou tipo de bichinhos de estimação(pelúcia). Isto se dá aos animais serem seres irracionais, incapazes de se defenderem de ataques de espíritos malignos, trazendo males como enfermidades, dissensão, improsperidades e etc. Em Mc cap. 5 vimos um exemplo disto, onde os porcos não foram capazes de se defenderem dos demônios.

NÃO TER PLANTAS Lembramos que as plantas também possuem vida. Em salmos cap. 148 vers 9, diz que os outeiros e árvores frutíferas louvam ao Senhor. Por isso não podemos tê-las presas em vasos. Pois também há possibilidade dos espíritos maus se esconderem nas tais, como nos animais.

Refutação: Ai meu Deus! Vou nem comentar...

CONFESSAR SEMPRE QUE PECAR. I Jo 1:8-10 / Tg 5:16 / Pv 28:13: Procurar o ministério da igreja ou seu dirigente, expondo tudo que tenha feito contrário as leis de Deus ou da igreja, sejam por palavras, pensamentos, atos, obras, sentimentos...Sem ocultar qualquer fato ou ação.

Refutação: Ou seja, é a mesma "doutrina" da igreja católica de se confessar ao sacerdote (Padre). Em outras palavras, mais um subterfúgio para dominar os fiéis. Basta ler as passagens que eles citam para ver que em nenhuma delas nos diz para confessarmos os nossos pecados exclusivamente "ao dirigente (pastor)".


Ruy Marinho - Blog Bereianos [http://bereianos.blogspot.com/2009/02/aprisionamento-cristao.html ]

sábado, 10 de janeiro de 2009

ANIVERSÁRIO DO PASTOR ROBERVAL PEDROZA

Veja como ficou o Pr. Roberval no seu aniversário dia 17/11/2008. Foi uma grande festa em louvor ao nosso grande Deus.